Seu rosto taciturno e severamente marcado pelas rugas da idade avançada, iluminava-se de forma inexplicável ante as chamas incandescentes que tomavam todo o corpo daquela sequíssima sarça. O que poderia parecer uma cena de espanto ou espetáculo para muitos, naquele momento, tratava-se na verdade de uma reunião particular entre um funcionário e o seu superior. Não haveria nada de excepcional se o subordinado não fosse um velho de 80 anos e o seu diretor, ninguém mais que o próprio Deus.
Após receber uma árdua e quase impossível missão, Moisés, o empregado Libertador, almeja saber em nome de quem ele responderia caso lhe questionassem quanto à autenticidade de suas palavras e atitudes. E a resposta que recebeu, sem dúvidas deve ter balançado toda a sua frágil estrutura – física, e também espiritual.
- EU SOU O QUE SOU! EU SOU me enviou a vós! ( Êxodo 3.13,14)
Após uma identificação como esta, não havia necessidades de acrescentar mais nada. Afinal, era o que bastava para Moisés, para o povo cativo, e para todos nós também.
Contudo, esta poderosa identidade vem sendo mascarada em nossos dias mediante a vários fatores, os quais são abordados e discutidos de uma forma bem peculiar…
Nenhum comentário:
Postar um comentário